Um Blog, porque não?

um blog, porque não?

“Porque não?”, “Não te podes dar a conhecer sem um”, “Não custa nada! É só ires lá e publicares as coisas que estás a habituada a escrever e que ficam condenadas ao esquecimento numa pasta qualquer no teu ambiente de trabalho”, “E não quero saber se tens medo dos anónimos que vão para lá tecer críticas. É a vida!”, “Já tens sorte se comentarem. Mas tem de ser. Tens que ter um blog!!!”

Pois é. Foi ao fim de muito tempo a ouvir isto que a minha resistência começou a ceder e acabei por pedir a um amigo (daqueles grandes) que mo criasse, senão ainda hoje estava no google a pesquisar “como criar um blog” e a adiar esse plano para o dia seguinte, e para o outro, e para o outro e a não perceber nada do assunto à mesma…
E agora estou a olhar para ele, e a pensar “Minha Nossa Senhora dos aspirantes a escritores de ficção, no que é que eu me vou meter?”. Claro que há logo uma voz na minha consciência a tranquilizar-me em tom de escárnio “Estás com medo de quê? Mas tu, por acaso pensas que vais ter muita a gente a ler-te? Deves ter, deves! Aparecem-te aí umas três alminhas e já gozas!” – e se te convenceres disso, nada poderá correr mal.

De olhos postos no quadrado branco onde é suposto digitar o texto, lembro-me de um conselho que em tempos me deram e que sigo à risca até hoje, sempre que escrevo algo para mim ou para os outros. É lamechas que dói, eu sei. Nem queria mencioná-lo para não criar imagem de nhó-nhó-nhó, mas não há volta a dar, porque é graças a esse conselho que me desunho ao teclado. “Escreve sempre com o coração”. E não é que as palavras fluem naturalmente?

Sejam muito bem-vindos.

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