“O amor não se compra. O amor merece-se.”

O amor merece-se

O Salvador, agarrado ao gato, a ter conversas banais que qualquer criança de sete anos tem com o seu animal de estimação: “Gato, o amor não se compra. O amor merece-se. Percebeste?”
Por mim, nada a acrescentar.
Só acho que o gato é da opinião que o amor se merece, mas só depois umas quantas embalagens de whiskas saquetas ou umas fatiazinhas de fiambre da perna extra, bem fininhas, acompanhadas de uma lasca ou outra de presunto ibérico ou tiras de salmão fumado. Depois disso, talvez se possa falar de um eventual laço afectivo entre ambos, que se pode manter, ou não, consoante a quantidade de iguarias que ele possa comer a mais que o cão.

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