Feliz dia do arroz doce

feliz-dia-do-arroz-doce

Feliz dia do arroz doce, das claras em castelo batidas à mão, das batatas fritas em azeite, das torradas crocantes de papo seco com manteiga de vaca, das papas e iogurtes cheios de açúcar e das combinações mais improváveis de acompanhamentos de sempre como esparguete com batatas fritas e ovo mexido!
Feliz dia do “Anota aí. Pões um bocadinho disto, uma pinguinha daquilo, uma «machinha» de aqueloutro” e ficamos à … Ler mais

Nós, mulheres

nos-mulheres

Porque é que eu sei que nós, mulheres, somos seres versáteis aptos a lidar com muita coisa ao mesmo tempo? Porque somos capazes de estar na rua a mandar incessantemente a bola ao nosso cão, a controlar os passos do jovem rebelde que nos chamou ditadoras ao pequeno-almoço, a ouvirmos com muita atenção o senhor com idade para ser nosso avô que resolveu meter conversa connosco e dar-nos uma lição … Ler mais

Dia dos amigos

dia-dos-amigos

Hoje é dia dos amigos. Eu tenho os melhores do mundo, mas não, não vou falar deles. Vou falar de cerveja (e não digam que não há uma imediata associação de ideias, porque há!)
Há pouco vi o novo anúncio de Verão da Sagres Mini. Sempre gostei de anúncios e publicidade em geral. Não daquela insípida, de pastilhas para a máquina, ambientadores com personalidade, ou seguros automóvel. Mas há alguma … Ler mais

Retiros espirituais

retiro-espiritual

Juro que não percebo qual o propósito de retiros espirituais em praias paradisíacas, bosques místicos, montanhas que tocam o céu ou mosteiros recônditos. Parece-me óbvio que no paraíso todos conseguimos alcançar a paz interior, obter momentos de clarividência, descobrir qual o propósito da vida… Mas agora experimentem fazê-lo numa repartição pública!
Impressionante a quantidade de questões existenciais, exaltações hedonistas e fome de vida, liberdade e ar puro que me assaltam … Ler mais

Tarde de Julho

Tarde-de-julho

Tarde de Julho. A mesa foi posta na rua. A conversa flui naturalmente. Há sempre histórias para contar e ouvir. Há um resto de gelado a derreter na taça. Há uma cadela felpuda a dormir debaixo do banco e um gato vigilante, no telhado. Há festões coloridos a dançar ao vento, sobre a minha cabeça, que se manterão por ali até ao fim do Verão. Há raspar de talheres nos … Ler mais